Uma relação mais leve
com a comida e o corpo

Sou Mariana Baldani, nutricionista, e quero te ajudar a construir uma relação mais leve com a comida e com o seu corpo. Meu trabalho não parte de dietas restritivas, mas da escuta, da ciência e do respeito à sua individualidade.

Mariana Baldani, nutricionista, sorrindo sentada em um sofá laranja
Quem sou

Ser nutricionista exprime muito do que amo: de um lado, a comida; do outro, as pessoas.

A comida sempre me encantou por tudo o que pode representar. Ela carrega cultura, costumes, valores, épocas e histórias. Atravessa períodos de guerra e de abundância, trabalho, ideologias, identidades, emoções, lembranças, afetos, celebrações e encontros. É também comunicação, pertencimento e política.

E o que seria de nós sem a comida?

Além de nutrir o corpo, ela participa da construção das nossas memórias, dos nossos vínculos e da forma como nos relacionamos com o mundo. Pensar no comer para além dos nutrientes, como parte de uma cultura alimentar e de um contexto social, é uma das coisas que mais me encantam na Nutrição.

A Nutrição Comportamental ampliou esse olhar. É uma abordagem científica que considera não só o alimento ou a estética corporal, mas a pessoa, sua história, seu contexto e os diferentes fatores que atravessam seu comportamento alimentar.

Foi nessa forma de compreender a alimentação que encontrei sentido para a minha atuação profissional: ajudar pessoas a construírem uma relação mais saudável, consciente e compassiva com a comida e com o próprio corpo.

Minha formação e trajetória

Sou bacharel em Nutrição pela Universidade Federal de Uberlândia (UFU) e realizei parte da minha formação acadêmica em Nutrition and Dietetics na University of Wollongong (UoW), em New South Wales, Austrália. Também concluí o English Language Program da UoW.

Minha formação passou por diferentes áreas da Nutrição. Tive experiências em nutrição clínica, em setores relacionados a doenças inflamatórias intestinais, clínica médica e hemodiálise, além de alimentação escolar e unidade de alimentação e nutrição.

A pesquisa também fez parte desse caminho. Desenvolvi trabalhos relacionados à alimentação infantil, entre eles "Evolução da Alimentação em Crianças Menores de Dois Anos nas Três Últimas Décadas nos Países em Desenvolvimento" e "Rotulagem e Promoção Comercial de Fórmulas Infantis Comercializadas no Brasil", este último publicado na revista científica Demetra: Alimentação, Nutrição & Saúde, da UFRJ.

Com o passar dos anos, fui direcionando meus estudos para as áreas que mais dialogavam com a maneira como eu compreendia o cuidado nutricional.

Realizei pós-graduação em Comportamento Alimentar pelo iPGS — Ensino Superior em Saúde e formações de aprimoramento em transtornos alimentares pelo AMBULIM, programa especializado do Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (IPQ-HCFMUSP).

Também aprofundei meus estudos em Comer Intuitivo (Intuitive Eating), atenção plena (mindfulness), Comer com Atenção Plena (Mindful Eating), imagem corporal, estigma relacionado ao peso, gordofobia, comer transtornado, autoestima, autoconhecimento, compaixão e autocompaixão.

Entre essas formações, realizei o Compassion Cultivation Training (CCT), treinamento voltado ao cultivo da compaixão, desenvolvido a partir de pesquisas e práticas vinculadas à Stanford University.

Nutrição Compassiva

Em 2017, no início da minha trajetória profissional, nasceu o Nutrição Compassiva.

O projeto surgiu do desejo de construir uma forma diferente de falar sobre alimentação, saúde e corpo. Uma forma menos marcada por culpa, medo, rigidez e julgamento. Mais humana, consciente e compassiva.

Desde o início, o Nutrição Compassiva se propõe a questionar estigmas relacionados à saúde e ao corpo, valorizar a cultura alimentar e lembrar que cuidar de si não precisa significar estar em guerra consigo mesma.

Para mim, compaixão não significa ausência de responsabilidade. Significa conseguir reconhecer as dificuldades que existem e, a partir delas, construir possibilidades reais de mudança de comportamento, seja para diminuir um sofrimento, aprender a lidar melhor com ele ou, quando possível, cessá-lo. Esse processo também passa pela forma como interpretamos nossos próprios pensamentos e nos relacionamos com eles.

É possível cuidar da saúde sem transformar a alimentação em uma fonte constante de culpa e rigidez. Também é possível buscar mudanças sem fazer do próprio corpo um inimigo e desenvolver autonomia alimentar sem abrir mão do conhecimento científico ou ignorar toda a complexidade que existe em ser humano.

Esses princípios continuam no centro do meu trabalho.

Como trabalho hoje

Atualmente, realizo atendimentos nutricionais online com foco em comportamento alimentar e transtornos alimentares.

Meu trabalho parte de uma compreensão que considero fundamental: nossa relação com a comida não começa no prato. Ela é construída ao longo da vida.

Por isso, antes de olhar apenas para o que uma pessoa come, procuro conhecer sua história alimentar, sua relação com o corpo, as experiências anteriores com dietas, suas crenças sobre saúde e alimentação, suas dificuldades e o contexto em que vive. É a partir dessa compreensão que construímos, juntos, caminhos possíveis.

Não acredito em um cuidado sustentado apenas por regras externas. Meu trabalho busca favorecer autonomia, consciência e flexibilidade, sem deixar de lado as necessidades nutricionais e clínicas de cada pessoa.

Meu objetivo, portanto, não é somente orientar o que comer. Quero compreender, junto com cada pessoa, como, por que e em quais circunstâncias ela come. A partir disso, podemos trabalhar uma relação com a alimentação que favoreça a saúde e, ao mesmo tempo, considere sua individualidade, sua história e sua vida real.

No fim das contas, escolhi trabalhar com comida porque gosto de pessoas. E talvez seja justamente isso que continue fazendo tanto sentido para mim tantos anos depois.

Além dos atendimentos individuais, também desenvolvo outros serviços relacionados à minha área de atuação.

Com carinho,Mariana Baldani — Nutricionista | CRN 116572

FormaçãoUFU & University of Wollongong
RegistroCRN 116572
AtendimentoOnline, por todo mundo
Serviços

Como posso te acompanhar

Do atendimento individual à formação de outros profissionais, meu trabalho parte do mesmo princípio: primeiro compreender, para então orientar.

Textos NC

Reflexões sobre comida, corpo e afeto

Textos claros e diretos, com as informações que realmente importam.

Perguntas frequentes

Dúvidas comuns antes de começar

Como funciona a primeira consulta?
A primeira consulta dura aproximadamente 1 hora e 30 minutos. Nesse primeiro encontro, quero conhecer você e entender melhor o que motivou a busca pelo acompanhamento. Conversamos sobre sua história com a alimentação e com o corpo, sua rotina, seu contexto de saúde, suas necessidades e o que você espera desse processo.
Para quem é o acompanhamento?
O acompanhamento é destinado a pessoas que desejam cuidar da alimentação e da saúde e também construir uma relação melhor com a comida e com o próprio corpo — inclusive sem diagnóstico ou dificuldade específica. Também acompanho pessoas com transtornos alimentares, comer emocional, episódios de compulsão ou uma relação conflituosa com a comida ou com o corpo. Cada caso é avaliado individualmente.
Quem pode ser atendido?
Atendo adolescentes, adultos e idosos. No acompanhamento de adolescentes, o atendimento é adaptado à faixa etária e, quando necessário, pode incluir a participação da família ou dos responsáveis.
Depoimentos

Quem já caminhou comigo

"

O olhar compassivo da Mariana enxerga os alimentos muito além da nutrição — e a mim como ser humano. As conquistas foram e continuam sendo sustentáveis.

Victoria Costa
"

Aprendi a olhar pra mim, a me tratar com gentileza e a respeitar minhas vontades. Me senti acolhida e compreendida pela primeira vez.

Mariana Arantes
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A Mari teve muita empatia, paciência e domínio durante as consultas. Me ajudou a olhar com mais carinho pra mim e para a alimentação.

Carla Evaristo

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